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As Surpresas da vida




Olá meus caros e nobres seguidores, estava a praticamente um mês sem passar por aqui e sem deixar noticias e nunca pensei em toda minha vida que aquele tal de Facebook iria fazer tanta falta assim na minha vida, pois tem gente que se preocupa com esse negrinho aqui e como poucas pessoas tem twitter e atualmente é a unica rede social que eu tenho usado em excesso é por lá que eu vou me atualizando do mundo e dos meus poucos amigos que usam daquela ferramenta. Eu estou atualmente vivendo uma nova fase na minha vida um pouco que nova, com pessoas novas, sempre dei muito azar nessa historia de relacionamentos como todos vocês já sabem eu sou péssimo em matéria de relacionamentos eu sempre tento ser o perfeito e acabo de alguma forma estragando tudo e sempre acabo me magoando e com isso eu fui criando alguns escudos, como eu mesmo chamo algumas sombras, que me fazem ficar com medo de me apaixonar ou de me relacionar, no meu ultimo relacionamento eu levei a pior, ainda levo a pior até hoje né, porque de alguma forma a pessoa não sai de jeito maneira da minha cabeça, posso dizer que estou me recuperando aos poucos pois antes pensava nela 24hs por dia, hoje penso nela umas 16hs as vezes 14hs por dia. 


Mas nesse tempo em que eu não estive mais com ela fui sair, para festas e me distrair um pouco e conheci uma pessoa que na primeira olhada, tudo parou, a música parou, as pessoas pararam de dançar, o mundo parou, ficamos uns longos minutos nos olhando e como eu sou muito envergonhado não iria ter a cara de pau de chegar nela e pedir telefone né, passamos a noite inteira nos olhando e eu nada de ir falar com ela, até que aos 45 do segundo tempo quando ela estava indo embora eu tomei um gole de coragem(vodka) e fui pedir o telefone dela, ela prontamente me deu o numero do telefone, acabei no outro dia ligando para ela e marcamos de comer uma pizza e conversamos, mas não nos beijamos, ai na segunda feira, marcamos de ir no shopping comer alguma coisa, passamos mais algum tempo conversando e quando estávamos na parada o ônibus dela apareceu e quando o lento foi dar um beijo no rosto dela ela com toda a rapidamente me deu um beijo na boca, eu fiquei em estado de choque pois isso nunca tinha acontecido, juro, ai ficamos por ali mesmo naquele longo beijo e foi incrível.


 Bem poderia passar horas aqui contando todos os detalhes mas iria levar muito tempo e só queria deixar esse registro da minha atual felicidade, ainda não estamos namorando, mas ela já foi convidada pela família e veio jantar aqui em casa e todo mundo adoro ela e mais ela faz uma lasanha que é uma delicia e mora sozinha e super independente, não vou dizer que estou apaixonado e nem namorando pois ainda estou com escudos aqueles bem fechados, mas em breve isso pode se concretizar e eu começar a namorar com ela, só quero que isso seja tão natural como tudo tem acontecido entre nós. Na sexta prometo que venho aqui atualizar novamente pois tenho mais um capitulo daquela historia do "SUPOSTO PAI X FILHO(EU)" agora a coisa foi para Justiça, certamente aquele que acha que é meu pai leu meu blog e tenho uma audiência na sexta feira no foro central de Alvorada, vou compartilhar tudo com vocês.

Como é ter um Pai Presente ?

A alguns dias atrás estava conversando com as minhas colegas de trabalho e logo fiz uma pergunta para elas, se elas conseguiam se ver daqui a 10, 20 anos e a resposta é sempre a mesma objetiva e curta, "não consigo me ver", pois é nem eu mesmo consigo me ver daqui a 10 anos, talvez eu tenha um bom carro, talvez não, talvez seja bem sucedido, talvez tenha lindos filhos ou filhas, realmente, não consigo me imaginar e volta e meia me pego pensando na minha vida e fico horas e horas imaginando, fico pensando em relação aos meus filhos, sera que eu vou ser um bom pai, sera que eu vou cuidar bem deles ?



Desde pequeno eu sempre fui criado pela minha mãe, nunca tive uma figura paterna na minha infância, nunca tive um pai presente, por mais que ele tenha me reconhecido com filho dele em cartório, ele nunca foi um pai presente, sempre senti falta dessa figura no meu desenvolvimento como ser humano, quando ainda estava no ensino fundamental via os pais deixando seus filhos na porta da escola e dando um beijo e desejando boa aula, naqueles curtos momentos ficava imaginando qual seria a sensação de ter um pai presente, alguem que você possa se espelhar e ter medo e ser o teu super herói. Minha mãe desde que eu nasci desenvolveu essa função de ser pai e mãe ao mesmo tempo, nunca me deixou faltar nada, foi como podia me ensinando e me educando, minha não pode ver eu crescer, pois ela estava sempre trabalhando para nunca deixar faltar comida na nossa mesa e isso nunca faltou, nunca passei fome e necessidade, só passei mesmo uma vez necessidade mas foi por uma boa causa, quando minha mãe como uma guerreira como sempre foi, estava construindo nossa casa e tivemos que dormir em uma pequena peça em pleno inverno, passamos muito frio naquele tempo foi algo que jamais vou esquecer na minha vida, minha mãe foi um pai, mas era tudo muito diferente pois eu nunca me senti seguro para conversar sobre certos assuntos com a minha mãe talvez por ela ser Mulher e eu uma criança cheia de perguntas e nessas horas que entraria a figura paterna na minha vida e ela estava praticamente vazia, quando eu era muito pequeno eu tinha a figura paterna meu tio Nilton, que morava no mesmo patio que o meu, ele me levava para tudo quanto era lugar, não importava a roupa que eu estava e nem se era frio ou calor se ele me via na em casa ele me pegava e me colocava no colo e me levava para ir no mercado, na feira, era praticamente o pai que eu sonhei, meu tio era o pai que eu queria e que nunca tive, por volta do ano de 1995 uma fatalidade.



Estava toda família reunida depois de uma festa de 15 anos de umas das sobrinhas desse meu tio, quando tínhamos que ir no porto seco mais precisamente no salão buscar algumas tralhas que haviam ficado lá, estamos todos na frente de casa brincando, eu e meus primos e meu tio junto com caminhoneiro que iria carregar as coisas, estavam saindo quando começamos a pedir para ir junto com ele no caminhão, lembro daquela cena como se fosse hoje, ele dizendo que não tinha como, mas seu coração era muito frágil e um ato de loucura ele abriu a porta de trás do caminhão e disse que iriamos todos, mas amarrados em cordas para não se soltar do caminhão e cair, todos nós estávamos muito presos pelas cordas não havendo possibilidade nenhuma de cair do caminhão, mas o meu tio não estava, e em uma curva na entrada do porto seco a fatalidade, a corda onde supostamente ele estava preso se soltou e ele caiu do caminhão batendo com as costas e a cabeça no asfalto e bem na frente de todos, filhos, sobrinhos, primos, todos nós muito pequenos para entender e presenciar aquela fatalidade toda e mais tarde veio a noticia de que ele não resistiu as ferimentos e a queda e veio a falecer naquele Domingo de Fevereiro. Levei algum tempo para entender que aquela figura que eu tinha como um pai, nunca mais iria voltar foi uma dor muito forte no peito, uma dor sem explicação uma comoção na família toda que estava toda feliz um dia antes pela festa e no outro chorava a dor de perder uma pessoa que por onde passava alegrava a todos e sempre prestativo, eu as vezes tento me imaginar que talvez minha vida e a vida de todos seria muito diferente se ele estivesse vivo ainda, eu teria em quem me espelhar e quem puxar, mas tudo foi diferente, Deus mudou a historia da minha vida, mudou a história da nossa família pois por ser tão pequeno uma criança, ainda hoje quando vou na casa da minha tia sinto falta dele e de todas as vezes que ele me levava para sair é uma dor que o tempo não cura, ninguém cura.





Desde pequeno eu sempre tive que aprender a fazer tudo sozinho, aprender a jogar futebol sozinho, aprender a me barbear sozinho, aprender a ser homem, mesmo sendo criado por uma mulher, se hoje 80% das minhas amizades são com mulheres é porque eu aprendi com a minha mãe a tratar sempre muito bem uma mulher. Eu sinceramente não sei o que hoje sinto pelo meu Pai, não sei se Ódio, pela pessoa que ele é, não sei se vergonha por dizer que sou filho de uma pessoa que colocou alguem no mundo e simplesmente virou as costas, não me mandando nem mensagem, carta, telegrama no meu aniversario, sinceramente não sei o que eu sinto por ele, só sei de uma coisa, eu não quero ser parecido com ele em nada, absolutamente nada, não quero deixar com que esse ódio todo venha estragar a minha vida, venha me fazer ser um fracassado, eu sou capaz de ser muito melhor que ele em tudo e eu vou ser um bom pai para os meus filhos e um bom marido para minha esposa, mas mais do que isso eu vou ser um bom filho e não por méritos dele, mas sim da minha mãe que me ensinou a ser um bom Homem. A cada vez que eu começo a gostar de alguem eu começo a ficar com muito medo, pois eu tenho muito medo de perder as pessoas que eu gosto, assim como eu já perdi em outras oportunidades e dor da perda nunca vem sozinha, ela sempre vem acompanhada de uma série de problemas psicológicos eu sou uma pessoa que tenho medo, muito medo de amar as pessoas a minha volta, esse trauma não fui alguem que criou e sim a vida me deu de presente a dor de uma perda e a dor de não ter aquela pessoa que você sonha dias e noite e ela não estar ali no seu lado quando você mais precisa, "medo" essa palavra resume bem a minha vida.


Batendo na mesma Tecla.


Um casal de amigos terminou um relacionamento de oito anos neste final de semana. O cara foi a uma festa na sexta-feira, encheu a cara e acabou ficando com uma morena linda. Obviamente a mulher ficou sabendo pelas "amigas" — sempre elas, não? — que estavam na danceteria. Sábado nem rolou DR: foi pé na porta direto! E pé na bunda, também. Domingo já estava ele com a famosa caixa de pertences no pé da cama do próprio quarto. Lamentava a burrada que fez. Desolado.

Não tenho o costume de me meter nas brigas entre os amigos. Mas gosto muito deste casal. Eles se dão bem, sabe? Combinam, como gostam de dizer por aí. Fui até a casa da guria. Não estava disposto a convencê-la de que deveriam voltar, mas me sentia na obrigação de pedir a ela que repensasse o ocorrido — o término, não a traição.

Sabe o que é o pior de tudo? Ela estava disposta a reconsiderar e tentar passar por cima do deslize do namorado. Nem precisei falar sobre os dois. Ela mesmo saiu falando. Me senti um padre ouvindo confissões. Ela me explicou que eles haviam conversado sobre noivar, casar e tudo mais algumas semanas antes desta sexta. Isso fazia com que ela organizasse os pensamentos com serenidade e pensasse no futuro. Afinal, ele nunca deu motivos para ela desconfiar de qualquer sacanagem. Estava convicta de que foi, mesmo, um deslize.

Porém, entendi tudo e não tive como argumentar quando ela disse a seguinte frase: Só queria que ele dissesse a verdade, mas não. Culpou a bebida. Disse que bebeu demais e não respondeu mais por si mesmo. Não foi homem suficiente para dizer: "errei, me perdoa". E, juro, se ele tivesse feito isso, estávamos juntos neste momento tentando superar isso. E essa frase não sai de minha cabeça Não foi homem suficiente para dizer: "errei, me perdoa".

Não me venha com o papo de que estou generalizando, mas nós homens temos essa dificuldade em dizer "errei, me perdoa". Nós culpamos todos e tudo ao redor e não dizemos "errei, me perdoa". E é por isso que essa frase não sai de minha cabeça: quantos relacionamentos não devem ter terminado porque não foi dito "errei, me perdoa"? Quantas vezes eu, você, teu amigo mais próximo — ou até nem próximo assim — perdeu a grande chance da vida porque não disse "errei, me perdoa"? Porque esse papo de culpar bebida é a coisa mais idiota que alguém pode fazer na vida, não é mesmo?

Por fim, você vai chegar agora e dizer: "Mas, Johnny, isso aqui não é um blog de homem? Que papo de mulherzinha..." Sim, amigo. É um blog de homem. Mas nem por isso tenho (temos) de continuar enganando a todos (e a nós mesmos) que não temos sentimento e queremos uma boneca inflável em vez de uma companheira do nosso lado. Eu, ao menos, estou tentando de todas as formas descobrir a importância de saber falar "errei, me perdoa". Para, quem sabe, na hora que eu precisar dizer isso, saia naturalmente. Saia com a certeza de que errei e preciso de perdão.

Meu atual caso é um ótimo exemplo, estava ficando com uma menina muito bacana, inteligente, educada, mas por algum deslize acabamos terminando da pior forma possível, sendo que eu já pedi diversas vezes perdão, já mandei mensagem e tudo mais e sabe o que eu ganhei de volta somente o silencio, quando a gente erra é difícil fazer com que a outra pessoa aceite o pedido de perdão é bastante complicado essa situação, mas se algum dia o meu pedido de perdão for aceito ela certamente tem meu numero e vai me ligar... ou não né vai saber, enfim foi apenas mais um pequeno e curto desabafo em forma de texto para vocês meus caros leitores.

Se não gostou do post de hoje, "errei, me perdoa".



Aprender com os Erros!


Hoje pela manhã, estive pensando...
Será que realmente aprendemos com os nossos erros?
Será que enxergamos os nossos erros ou eles se tornam comuns ao nosso olhar? Até chegar à ponto de repertimos infinitamente, sendo pejudicial, e destruindo aos poucos.... (calma, eu não vou cortar meus pulsos agora).

Só estive pensando, quase que uma meditação, uma divagação, dessas coisas que sempre acontecem quando estou no trem lotado indo de até a Uniritter em Canoas (viajem interminável) ... ou então no meio daquela aula "legal pra caramba" que ou tu dorme ou tu divaga em seus pensamentos. Mas bem, estive pensando, há coisas que a gente sabe que tem que fazer, encarar de maneira diferente, mas por conveniência ou por falta de coragem, deixamos como está.

Falando sobre o olhar...
Tem coisas que acontecem na vida da gente, chega a ser engraçado, mas elas acontecem repetidamente, na vida de TODOS! Entender o ser o humano relamente parece ser complicado, mas na verdade não é. No geral os comportamentos são os mesmos, o nosso olhar é que é viciado. Viciado em esperar algo novo... Conhecemos pessoas o tempo todo, e ao conhecer, nosso filtro sensitivo só permite chegar até nós o novo, o que nos interessa, mas o que só vemos depois de muito tempo de convivência, é normalmente, que as cretinices são as mesmas. O Fato é que demora tempo para reconhecer (ou tem gente que nunca verá) que dá pra evitar incômodos, pq no fim é tudo igual.

O problema maior não é não enxergar o outro, mais difícil ainda é enxergar a si mesmo. Há coisas que não queremos enxergar em nós mesmos, às vezes capacidades ou então dificuldades. Que nos impedem de começar coisas, ou então de parar na hora exata.

Bom, acho que não fui claro o suficiente com meu Post porque realmente essa semana foi a semana mais complicada, confusa e péssima na minha vida tudo deu errado, absolutamente tudo, mas deixo aqui o texto inspirador e que sintetiza essa divagação.... o texto é de Luis Fernando Verissímo e se chama Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender. É muito bom, acredito que todos iram se identificar em pelo menos algum ponto.


Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender
Luis Fernando Veríssimo

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Beijos

Meu Triste Dia dos Pais.


Hoje é o segundo Domingo do mês de Agosto. Hoje em todo Brasil é comemorado o dia dos Pais.
Eu sinceramente nunca conheci meu pai direito, pouco sei de sua vida e pouco sei o que ele gosta, afinal de contas quem é meu pai?

Quando eu era muito pequeno eu sempre tive a figura paterna de um ex-namorado da minha mãe, o nome dele era Marinho, sempre o tive como meu pai, mas nunca o chamei de pai por ordens da minha mãe, mas sempre que ele estava comigo era tão bom, pois ele me levava pra muitos lugares para andar de Bicicleta que era o que eu mais gostava, mas naquela época eu nem sabia como eu tinha nascido e como era esse negócio de ser pai, só quando cheguei aos meus sete anos de Idade que eu fui entender toda essa situação que se passava na minha vida.

Passado alguns anos minha mãe se separou do Marinho e eu não tendo mais aquela pessoa para andar de Bicicleta comigo e para brincar comigo acabei encontrando novamente a figura paterna em um tio meu que vivia aqui no meu pátio, eu simplesmente amava demais ele, sempre tive um Orgulho imenso de ter ele como tio, pois ele ajudava demais as pessoas e me levava pra vario lugares e me ensinava a ser bom e a não fazer o mal para as pessoas. Por volta de 1995 em um Domingo de muito sol, esse meu tio saiu com o seu colega de trabalho para buscar alguns equipamentos no salão da Festa que tinha acontecido na noite anterior no Porto Seco em Porto Alegre, lembro que estava à frente de casa com minhas primas e primos tudo reunidos e pedimos para ir junto naquele caminhão na parte de trás, meu tio que não gostava de ver ninguém triste relutou, mas acabou sedento a nossa vontade e fomos todos nós naquele caminhão rumo ao Porto Seco no salão, estamos todos felizes demais, mas foi em uma curva que meu mundo estava acabando, estamos todos bem presos por cordas na parte de trás do caminhão e a porta de trás estava aberta e foi em curva que meu tio não conseguiu se segurar e acabou caindo do caminhão, batendo forte com a cabeça e de costas, tudo aquilo acontecendo ali na nossa frente. Horas mais tarde recebemos a noticia de que o Tio Niltom havia falecido aquilo gerou uma tristeza imensa em toda a família, ficamos todos muito abalados por meses, eu não consegui mais ir bem à escola, minhas primas acabaram rodando foi um natal de muita tristeza para todos nós.

Naquele dia estava se indo ali aquele que eu tinha como meu pai aquele que cuidou de mim e que gostava de mim, me ensinou muito mais coisas que o Marinho que eu achava que era meu pai.

Chegando em 1999 eu fui conhecer meu pai e ter um contato a mais com ele, mas nunca tive uma liberdade com ele para conversar e falar tudo o que eu sentia, eu tinha ele como um desconhecido qualquer, mas nunca como pai e até hoje não tenho ele como meu pai, pois não consigo gostar nenhum pouco da vida dele e das coisas que ele fez pra mim, quando eu ainda era um bebe.

Meu sonho sempre foi ter um pai, alguém para me ensinar a dirigir a fazer churrasco nos domingos, alguém pra me levar nos jogos de futebol nos finais de semana, mas eu nunca tive isso, muito pelo contrario sempre tive uma mãe que me ensinou desde pequeno a ser Homem, me educo e me ensino tudo o que sei até hoje.

Talvez nesse texto eu tenha escrito as coisas super embaralhadas mais essa é a idéia, pois foi assim que eu entendi tudo até hoje, que eu nunca tive um pai de verdade, sempre tive pessoas que gostavam de mim, mas nunca tive a pessoa que eu pudesse chamar de pai e a pessoa que eu posso chamar de pai acabou se tornando um monstro na minha vida.

Se vocês que forem ler isso tiverem pai, valorizem o que há de melhor neles, pois se eu tivesse o meu no dia de hoje certamente iria dar um forte abraço e dizer um te amo com toda a intensidade.

Desculpa o texto todo desorganizado, mas foi o que minha mente conseguiu desenvolver as 04h15min da manhã.